Da atmosfera que em sonho um dia:
Fui pedir-me em meu corpo d’água, em meio à minha jornada. Parei com a alma em barro, e dei de cara com seu dentro:
“Ô de casa!” “Quem?” “É água, dá pra ajudar alguma?” “Não sei. É sede?” “Vem sendo.” “Tem pouca.” “Dá tudo?” “Como?” “Assim:”
“Ai..” “Isso.. Calma, sou água, sua; [sou] só..” “Mas quer silêncio ou quer asa?” “Asa: Era uma vez sou ela.” “Não sei. Sou homem.” “É?” “Sim, sou Ser.” “Também.”
“Penso que tenho alma, espírito, corpo, luz.” “Tem?” “Sim.”
“Pensei ser felicidade sua. Sou toda, tudo: isso. Coisa: sou tudo menos.” “Eu entendo.” “Eu sei. Mas o que sou então?”
“Sonho, fantasia e luz.”
Um olhar traçado e compreendido pela psique da inspirada Magna Laa, que expira Petite Kybele.
Uma boneca de instante, posta em porcelana, trapos e seu pequeno diamante, que desenha seu paralelo entre seus planos fantasioso e absoluto.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
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1 comentários:
Oi, sou eu, Anisio.
Engraçado, gosto muito de ti, mas quando te leio, fico encanto. Amo te ler.
bj amigo
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