Não era um tanto de nada, mas ali tudo era sentido:
A água, a bênção, a Luz e o fruto em símbolo,
naquele en-canto diagramado.
Os vinte anos de presentes passados
e o horizonte que pra ali lhe cabe:
Os desfoques e os focos no lúdico e onírico.
E, no canto de lá, prateleiras de contagotas das nobres mentes e componentes.
Um olhar traçado e compreendido pela psique da inspirada Magna Laa, que expira Petite Kybele.
Uma boneca de instante, posta em porcelana, trapos e seu pequeno diamante, que desenha seu paralelo entre seus planos fantasioso e absoluto.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
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1 comentários:
uma certa imprecisão e uma imprecisão certa, não apenas nos fenómenos, mas também nos conceitos, enquanto dormimos por sobre os ditongos, parêntises, sujeitos e substantivos in LUDUS-!
O onírico freme de calor.
xaxuaxo
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