Um olhar traçado e compreendido pela psique da inspirada Magna Laa, que expira Petite Kybele.


Uma boneca de instante, posta em porcelana, trapos e seu pequeno diamante, que desenha seu paralelo entre seus planos fantasioso e absoluto.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Sobre a banalização do Rito:

"Somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos"
(*Exupery)



Re-Seita à Clássica Esbórnia da Mediocrização
e Anti-Sublimação:

{Sempre sob aval-e-ação}:
Altamente cor-rompido, o olhar deve ser previamente glaciado para que agrade ao gosto do sistema. Arranque as asas, os olhos e os miúdos e os reserve, para que sejam servidos frescos e pulsando ainda como aperitivo.
Deixe o resto marinar no medo até que o Espírito se esvaeça, achate a permissividade e a banalize até atingir em banho zé-maria, a máxima da mediocridade para que as lágrimas evaporem. Escalde a carne já sem essência.

O ingrediente sem essência:
A entrega sem entrega, para que não caia do crivo pro frijo, sempre com atenção no revestimento antiaderente, se não, não fermenta:
TUDO é regra ao ponto certo.

M'olho para curar:
Agente amaciador > Iguaria raríssima, fora de catálogo. 


Está na recita: Sempre mais fácil azedar a massa: sue-a até que o sumo suma.
Sirva-se em ponto bleu, antes de passar do ponto. Ou, se o espírito for livre, utilize na brasa o Salte Ar.


2 comentários:

KImdaMagna disse...

...um socialgastronómico, descolorandando...

...e para quem o suicídio ainda é doce solução,
enfia se o leitão numa vara ou espeto, que entra pelo ânus e sai pela boca...

Pensei por momentos nos Rictos fechados e rugosos...
as fácies ritualizadas...


xaxuaxo

Laa Kybele: disse...

Af my fellow Kim,
Inspirado seu comentário..
bj!